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OS BATUQUES

Uma festa sem batuque, não é festa. E quando toca o batuque não há espaço nem tempo que limite a sua acção. Também ninguém é espectador, todos são intervenientes, todos entram no ritmo. Mas quem mexe mais são os jovens, e com um ritmo infatigável.

Eu não sou tocador, nem estou a aprender. Isso nasce com a pessoa, está no sangue, é uma arte. Não se pense que qualquer pessoa o pode fazer. Há quem toca e quem sabe tocar. Assim é o constante mexer dos batuqueiros em qualquer festa. Normalmente são três batuques que vão juntos num ritmo acertado. Podem ser mais, mas estes são o mínimo indispensável para uma verdadeira festa. Dizem os entendidos que é preciso o nlapa nulupale (batuque grande), nkitthiya (batuque médio) e o tthotthontto (batuque pequeno).
Na liturgia da comunidade cristã também não faltam os batuques. Mais ainda neste tempo de alegria pascal. Como se trata de um acto de culto, tudo é mais comedido, acompanhado pelas palmas em compasso binário. Nas grandes celebrações à somb…

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